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	<title>Falando Sobre...</title>
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	<description>um pouco de tudo, variedades, entretenimento, seriedade.</description>
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		<title>Por que enriquecer é tão difícil? &#8211; Jacob Petry</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 14:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>May</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Recebi um release de Jacob Petry, autor brasileiro radicado nos EUA de um livro que promete responder &#8220;Por que enriquecer é tão difícil?&#8221;. Aliás, preferiria que ele respondesse como seria mais fácil, mas enfim. Segue abaixo um pequeno texto sobre o livro que, em breve, será resenhado e sorteado aqui no blog. &#160; Nada causa<a href="http://falandosobre.com.br/2011/11/09/por-que-enriquecer-e-tao-dificil-jacob-petry/">&#160;&#160;[ Read More ]</a></p><p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Times New Roman';">Recebi um release de Jacob Petry, autor brasileiro radicado nos EUA de um livro que promete responder &#8220;Por que enriquecer é tão difícil?&#8221;. Aliás, preferiria que ele respondesse como seria mais fácil, mas enfim. Segue abaixo um pequeno texto sobre o livro que, em breve, será resenhado e sorteado aqui no blog.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em><span style="font-size: small;"><span style="font-family: 'Times New Roman';">Nada causa mais angústia do que a falta de dinheiro. Nenhum sentimento é mais universal do que o desejo de ficar rico. Mesmo assim, pouquíssimas pessoas conseguem uma razoável segurança financeira ao longo da vida. Por que ficar rico é tão difícil?</span></span></em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"> </span><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">          Depois de nos fazer refletir sobre nosso talento natural e nos mostrar o caminho da realização profissional em seu livro anterior, </span><em style="font-family: 'Times New Roman'; text-align: justify; font-size: small;">O Óbvio que Ignoramos,</em><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; text-align: justify; font-size: small;"> o jornalista e filósofo Jacob Pétry lança nesta semana no Brasil, um livro novo, onde propõe uma questão ainda mais provocativa. Segundo o autor, não há nada no mundo que cause mais angústia do que a falta de dinheiro. Por outro lado, não há nenhum sentimento mais universal do que o desejo de ficar rico. Mesmo assim, ao longo da vida, pouquíssimas pessoas conseguem construir segurança financeira. Por que enriquecer é tão difícil?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><strong>            </strong>Essa é a questão que o autor brasileiro radicado nos Estados Unidos promete responder em <em>Ninguém Enriquece por Acaso</em>, que está sendo lançado no Brasil pela Lua de Papel. Mas ao contrário de outros autores, Pétry não apresenta nenhuma fórmula para ficar rico do dia para a noite. Pelo contrário, analisando atitudes de empresários como os fundadores do Google, Walmart, Apple, Facebook, Kimberly-Clark, Azul Linhas Aéreas e de celebridades como Steven Spielberg, Nando Parrado, Miguelangelo, Van Gogh e até Jéssica Simpson, ele elabora muito mais um ensaio sobre a riqueza, onde joga uma luz forte sobre a questão, do que qualquer outra coisa.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"> </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/11/jacob04.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-439" style="margin: 5px;" title="jacob04" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/11/jacob04-199x300.jpg" alt="" width="159" height="240" /></a>O autor articula três questões fundamentais no livro</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: 'Times New Roman';">            A primeira nos dá uma compreensão científica dos motivos que fazem com que enriquecer é uma missão quase impossível para a maioria das pessoas. Ele também nos mostra porque receitas e fórmulas de enriquecimento rápido e fácil não funcionam. Sucesso, diz Pétry, depende basicamente de duas coisas: nossa aptidão e nossa atitude. Essas também, segundo a teoria do autor, são as duas causas principais do fracasso. No livro ele mostra o que é preciso para distinguir nossa aptidão e qual é a atitude correta para que essa aptidão floresça e produza bons frutos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: 'Times New Roman';">            A segunda questão articulada pelo autor diz respeito a nossa capacidade de mudança. Até onde realmente é possível mudar nossos pensamentos, atitudes e comportamentos? Para Pétry, mudar radicalmente é possível, mas não é tão simples. No livro, ele explica porque e mostra a única forma de mudança possível: a transformação. Muitas vezes queremos mudar nossos resultados, mas não temos a mínima ideia do que causa esses resultados. Se compreendermos as causas, e se tivermos a disciplina de mudá-las, os resultados mudarão por si. Esse processo que o autor chama de transformação.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: 'Times New Roman';">            Por último, ele nos dá uma visão mais ampla e rica sobre a habilidade e criatividade humana, e os benefícios de se conectar adequadamente com nosso talento e nossa paixão individual. O autor chama o encontro entre talento, paixão e um estado mental favorável que possibilite o desenvolvimento desse talento, de genialidade. Ele afirma que desenvolver nossa genialidade é fundamental não só para nossa satisfação pessoal, mas para a elevação ao próximo nível de nossas escolas, empresas e comunidades. No livro, Pétry mostra de forma clara as condições sobre as quais nosso talento pode aflorar ou definhar.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Site do autor: </span><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"><a href="http://www.jacobpetry.com/" rel="nofollow" target="_blank">www.jacobpetry.com</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><strong><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/11/livro_ninguem.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-438" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="livro_ninguem" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/11/livro_ninguem.gif" alt="" width="160" height="233" /></a></strong><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Título: Ninguém enriquece por acaso – Aprenda a libertar sua genialidade e aproveitar ao máximo as oportunidades da vida<br />
Páginas:224<br />
Preço:24,90</span></span></p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Resenha: O Mágico de Oz &#8211; L. Frank Baum</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 15:39:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>May</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura Estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Olá leitores! Hoje trago a vocês uma obra que me deu muito prazer em ler: O Mágico de Oz. Honestamente, não sabia que o tão famoso filme tinha sido inspirado em um livro. Eu sei, feio da minha parte. A Editora LeYa, gentilmente, me enviou uma cópia de sua re-edição de O Mágico de Oz.<a href="http://falandosobre.com.br/2011/09/15/resenha-o-magico-de-oz-l-frank-baum/">&#160;&#160;[ Read More ]</a></p><p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/livros3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-82" title="livros3" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/livros3.png" alt="" width="320" height="160" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Olá leitores!</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje trago a vocês uma obra que me deu muito prazer em ler: <strong>O Mágico de Oz</strong>. Honestamente, não sabia que o tão famoso filme tinha sido inspirado em um livro. Eu sei, feio da minha parte.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Editora LeYa,</strong> gentilmente, me enviou uma cópia de sua re-edição de O Mágico de Oz. A princípio pensei que fosse uma adaptação ou obra inspirada, mas era &#8220;the real deal&#8221;, o livro real, com o texto na íntegra e isso me deixou bem feliz. Ainda não assisti o musical, mas pretendo fazê-lo, assim que conseguir achar alguma locadora de DVD&#8217;s que tenha um filme antigo assim&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/23814188_4.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-407" title="23814188_4" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/23814188_4-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Li o livro inteiro em uma noite, foi bem agradável e divertido, com algumas lições implícitas que foram muito interessantes. O livro, originalmente, é um conto infantil. Na minha opinião, é meio longo para ser um conto, mas é realmente meio curto para ser um romance ou, no caso do termo popular &#8220;um livro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Há mudanças, em relação ao filme, pelo que li e ouvi, inclusive algumas coisas que há tanto eu ouvia falar &#8211; ou então que as pessoas que assistiram o filme não entenderam e não souberam explicar. A questão das <strong>4 bruxas</strong>, a questão do próprio <strong>Mágico de Oz</strong> e todas suas implicações (que são spoiler <img src='http://falandosobre.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  )</p>
<p style="text-align: justify;">O resumo da história é que <strong>Dorothy</strong>, que vive no <strong>Kansas</strong> (no meio do nada, um deserto queimado e seco) pega &#8220;carona&#8221; em um furacão e vai parar em Oz. Ao chegar lá, ela mata uma bruxa má (aliás, a casa dela, que &#8220;pousa&#8221; em cima da dita cuja) e é considerada uma heroína, mas para voltar para casa, recomendam que ela vá até o grande Mágico de Oz, que é o único com poder para mandá-la para casa &#8211; para onde ela quer voltar, apesar de estar em uma linda terra, com tudo de bom e sua casa ser num lugar pobre e feio: <em>&#8220;Não há lugar como o nosso lar&#8221;</em> (não, ela não diz isso no livro).</p>
<p style="text-align: justify;">Ela segue a estrada de tijolos amarelos até a grande <strong>Cidade das Esmeraldas</strong>, encontrando, no caminho, o <strong>Espantalho</strong>, o <strong>Homem de Lat</strong>a e o <strong>Leão</strong>. O que acontece daí, não vou contar, spoiler é feio e dá verruga no nariz <img src='http://falandosobre.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  mas conto que, como todos sabem, Dorothy volta ao seu lar.</p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/dorothyalvim-e1307982355749.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-406" style="border-style: initial; border-color: initial; margin: 5px;" title="dorothyalvim-e1307982355749" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/dorothyalvim-e1307982355749-198x300.jpg" alt="" width="178" height="270" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão (que li na Wikipedia) é que aparentemente tudo é uma alegoria enaltecendo o Partido Populista americano e o Movimento Populista. Eu prefiro deixar a parte política de fora, mas quem quiser ler, fica o <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_M%C3%A1gico_de_Oz">link</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora que falamos do importante, PRECISO comentar duas coisas sobre a edição. Achei a <strong>capa linda</strong> e muito boa, de um papel resistente &#8211; a empregada de onde trabalho derrubou gotas de água no balcão e no livro e não ficou uma marquinha, pois é um papel super resistente. Porém&#8230; As ilustrações dentro do livro me deram arrepios. Eu, pessoalmente, não gostei. Essa do lado é uma das melhores, na minha opinião&#8230; Na verdade, eu esperava imagens coloridas, bonitas, vivas, como a terra de Oz é descrita, não rabiscos que mais lembram cartoons no estilo <a href="http://knowyourmeme.com/memes/forever-alone">Forever Alone</a> ou <a href="http://knowyourmeme.com/memes/trollface-coolface-problem">TrollFace</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, recomendo muito o livro, é bonito, é histórico, é fofo e tem lições de moral &#8211; mas se você quiser ignorá-las é fácil. É um livro que fornece opções: se quiser pensar na forma política, pode, se quiser pensar na forma de moral, pode, se quiser apenas ler e aproveitar, também pode. É um livro para todas as idades &#8211; nunca é cedo demais para ler ou para a a mãe ler para seus filhos e filhas. Aproveitem!</p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Resenha: Entrevista com o Vampiro &#8211; Anne Rice</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 01:35:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>May</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura Estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Estou aqui para falar sobre um dos meus livros favoritos e o grande clássico de Anne Rice: Entrevista com o Vampiro. Na minha opinião é uma das melhores adaptações de livros para o cinema da história, pois a história, até onde minha memória permite lembrar do filme, não foi alterada, os personagens estavam incríveis, os atores muito<a href="http://falandosobre.com.br/2011/09/12/resenha-entrevista-com-o-vampiro-anne-rice/">&#160;&#160;[ Read More ]</a></p><p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/livros3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-82" title="livros3" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/livros3.png" alt="" width="320" height="160" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Estou aqui para falar sobre um dos meus livros favoritos e o grande clássico de <strong>Anne Rice</strong>: <strong>Entrevista com o Vampiro</strong>. Na minha opinião é uma das melhores adaptações de livros para o cinema da história, pois a história, até onde minha memória permite lembrar do filme, não foi alterada, os personagens estavam incríveis, os atores muito bem escolhidos… <em>Ah Lestat *.*</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entrevista com o Vampiro</strong> (doravante denominado “Entrevista”) conta a história de <strong>Louis de Pointe du Lac</strong> (que é o nome do local onde ele vivia, em <em>New Orleans</em>) que decide contar sua vida a um jornalista. Ele conta as histórias de sua infância, como conheceu <strong>Lestat</strong>, os anos que viveu com esse e <strong>Cláudia</strong>, a criança-vampiro.</p>
<div id="attachment_398" class="wp-caption alignleft" style="width: 266px"><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/lestat.jpg"><img class="size-full wp-image-398 " style="margin: 5px;" title="lestat" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/lestat.jpg" alt="" width="256" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">Ah Lestat</p></div>
<p style="text-align: justify;">A história não termina, pois ele ainda vive, <strong>Lestat</strong> ainda vive, o que, aliás, até pode ser considerado <em>spoiler</em>, mas quando você sabe que tem mais um livro chamado “<strong>O Vampiro Lestat</strong>” e que <strong>Lestat</strong> é protagonista na maioria das <strong>Crônicas Vampirescas</strong>, é difícil considerar a não morte de Lestat um spoiler.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda somos apresentados a alguns outros personagens, como <strong>Armand</strong> e o <em>Teatro dos Vampiros</em>, mas ficamos sabendo pouco sobre a vida de vampiros em si. Louis não sabe muito e o pouco que consegue absorver de <strong>Lestat</strong> só o deixa com a certeza de que ele não quer contar alguma coisa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Anne Rice</strong> é magistral em Entrevista. Suponho que ela não planejava escrever mais livros sobre o assunto, mas com a grande repercussão, acabou escrevendo toda uma enorme série que praticamente conta toda a história dos vampiros através dos milênios.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu recomendaria a qualquer um, começar a ler <strong>Anne Rice</strong> por Entrevista, seguindo com<strong>Vampiro Lestat</strong> e <strong>A Rainha dos Condenados</strong>. Esses três livros fazem muito mais sentido quando lidos nessa ordem e ficam muito mais interessantes, já os outros livros das crônicas vampirescas podem ser lidos em qualquer ordem, mas depois desses três, pois a maioria, se não todos, tem spoilers dos 3 principais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Louis</strong> é minha grande irritação nos livros da <strong>Anne Rice</strong>. Ele é chorão, melancólico, irritante. <strong>Lestat</strong> diz que ele é filho de sua época e nunca conseguiu sair dos anos 1800′s, enquanto <strong>Lestat</strong> foi mudando, se modernizando e integrando com o mundo, conforme as épocas passavam. Ah <strong>Lestat</strong>. Feroz, cruel, violento mas ainda assim quente, amado e amante, sem controle e sem limites.</p>
<div id="attachment_399" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/0.kristendunstementrevistacomovampiro.jpg"><img class="size-full wp-image-399  " title="0.kristendunstementrevistacomovampiro" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/0.kristendunstementrevistacomovampiro.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Kirsten Dunst como Claudia</p></div>
<p style="text-align: justify;">Cláudia, a menina-vampiro, uma criança vampirizada, cujo corpo não cresce mas a mente envelhece: você consegue imaginar o que é ser uma mulher de 50 anos, no corpo de uma menina de 8? Ou mesmo com 20 anos, em um corpo de 8. E que tal uma mulher de 150 anos presa no corpo de uma linda menina angelical de 8? Complicado, né? Pois essa é <strong>Cláudia</strong>. Linda, fofa, atribulada, feroz como <strong>Lestat</strong>, complexa como <strong>Louis</strong>, traiçoeira como <strong>Lestat</strong>. Ela desenvolveu parte da personalidade de cada um… E o resultado não foi bom.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, nota-se que eu amo muito os vampiros de <strong>Anne Rice</strong>? Acho que ainda vale um adendo: eles não brilham, não têm relações sexuais, NÃO podem ir no Sol (viram carvãozinho), dormem durante o dia, têm uma história – em O Vampiro Lestat conta a origem dos vampiros, não se unem para a vida toda: todos os pares montados ficam juntos apenas alguns séculos, nunca para sempre. Ah, claro, e eles não levam gênero em consideração, nem laços familiares. Lestat vampiriza a própria mãe (e passa um bom tempo com ela), Louis e Cláudia, sem contar outros, os vampiros se unem por afinidades, ficam juntos, até seria um amor gay, pedófilo e incestuoso se não fosse o fato que, bem, eles só vivem juntos e conversam e compartilham vítimas… Coisa que qualquer um faz com seus amigos, né? Não? Ahm. Ok.</p>
<div id="attachment_400" class="wp-caption alignleft" style="width: 192px"><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/images.jpg"><img class="size-full wp-image-400" title="images" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/images.jpg" alt="" width="182" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Essa é a capa da edição que eu tenho <img src='http://falandosobre.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p style="text-align: justify;">Bom, agora que já falei demais (e demais mesmo), vou deixar vocês, para ficarem com aquela vontadezinha, aquela coceira, para ler o livro e, depois dele, para ler todos os outros. Eu prometo, “O Vampiro Lestat” tem a resposta para praticamente todas as perguntas que vocês tiverem em “Entrevista com o Vampiro” e sim, Louis é tão tonto quanto parece.</p>
<p style="text-align: justify;">E para quem já leu, fique à vontade para comentar, para discutirmos o livro, dá pra notar que eu tenho muito a falar, não é?</p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Resenha: Cabeça de Vento &#8211; Meg Cabot</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 22:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>May</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Confesso que quando recebi o livro Cabeça de Vento fiquei um pouco ansiosa. Meg Cabot me foi recomendada diversas vezes por amigas, mas nunca tinha lido nada dela, até agora. Não sou fã do estilo menininha (e sempre lembrava do filme O Diário da Princesa), mas Cabeça de Vento mudou minha impressão de Meg Cabot – nunca mais vou lembrar dela apenas por<a href="http://falandosobre.com.br/2011/09/07/resenha-cabeca-de-vento-meg-cabot/">&#160;&#160;[ Read More ]</a></p><p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/livros3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-82" title="livros3" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/livros3.png" alt="" width="320" height="160" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Confesso que quando recebi o livro <strong>Cabeça de Vento</strong> fiquei um pouco ansiosa. <strong>Meg Cabot </strong>me foi recomendada diversas vezes por amigas, mas nunca tinha lido nada dela, até agora. Não sou fã do estilo menininha (<em>e sempre lembrava do filme O Diário da Princesa</em>), mas <strong>Cabeça de Vento</strong> mudou minha impressão de <strong>Meg Cabot</strong> – nunca mais vou lembrar dela apenas por um filme cor de rosa da Disney.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-392" style="border-style: initial; border-color: initial; margin: 5px;" title="cabecabook" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/cabecabook.jpg" alt="" width="259" height="400" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cabeça de Vento</strong> (Airhead) é sobre uma menina, <strong>Em Watts</strong>, que não é nada popular. Ela não é bonita, nem quer ser. Ela não tenta se arrumar, evita todo tipo de atitude que possa deixá-la popular – ou morta viva, como ela classifica esse tipo de pessoa, que apenas vive conforme o sistema, ignorando qualquer outra forma de viver.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o momento em que sofre um acidente, que seria fatal, e seu cérebro vai para no corpo de uma super top model (<strong>Nikki Howard</strong>). Agora, por causa de um acordo – que salvou sua vida – ela tem de viver a vida de <strong>Nikki</strong> e se adaptar a muitas coisas que ela não quis, não procurou e nunca conseguiu entender. Como meninos que se apaixonam por ela – e muitos deles.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro ponto que me chamou a atenção: <strong>Nikki</strong> tem TODAS as atenções masculinas. Ela pode escolher qualquer menino à sua volta e todos são lindos, ricos (mas não muito inteligentes). Admito que não estou torcendo para quem <strong>Em</strong>/<strong>Nikki</strong> torce.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo, eu me identifiquei MUITO com a <strong>Em</strong>. Por ser uma menina que prefere ler a ir em uma festa e que não liga muito para maquiagem ou produtos de beleza, realmente me lembrei de mim mesma em alguns trechos, como esse:</p>
<blockquote><p><em>“Lulu olhou para mim, horrorizada.</em></p>
<p><em>- Sabonete? SABONETE? Você lava o rosto com SABONETE?</em></p>
<p><em>- Bem, o que mais devemos usar na pele? – perguntei”</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Devorei o livro em 5 horas, ele é de leitura fácil e agradável, a história realmente te prende, você quer saber o resto e, mais que tudo, quer ver a <strong>Em</strong> mostrando para o mundo que ser inteligente e bonita funciona sim, sempre com muito bom humor.</p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Resultado do sorteio &#8220;Hugo, o Vampiro&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 17:13:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lilian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#160; E aí, prontos para o resultado? &#160; Obrigada a todos que participaram, e ao autor, Gabriel Burani, que cedeu o kit para sorteio! ^^ Vamos ao vencedor: &#160; &#160; &#160; &#160; Parabéns, Moacir! Você receberá um e-mail em até 24 horas solicitando seus dados. &#160; Quem não ganhou, nada de se descabelar. Fiquem ligados<a href="http://falandosobre.com.br/2011/09/01/resultado-do-sorteio-hugo-o-vampiro/">&#160;&#160;[ Read More ]</a></p><p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/08/hugo-o-vampiro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-255" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/08/hugo-o-vampiro.jpg" alt="" width="275" height="400" /></a></p>
<p>E aí, prontos para o resultado?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Obrigada a todos que participaram, e ao autor, Gabriel Burani, que cedeu o kit para sorteio! ^^</p>
<p>Vamos ao vencedor:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ScreenHunter_04-Sep.-01-13.39.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-373" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ScreenHunter_04-Sep.-01-13.39.jpg" alt="" width="161" height="188" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ScreenHunter_06-Sep.-01-14.06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-375" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ScreenHunter_06-Sep.-01-14.06.jpg" alt="" width="377" height="28" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Parabéns, Moacir!</strong></span> Você receberá um e-mail em até 24 horas solicitando seus dados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem não ganhou, nada de se descabelar. Fiquem ligados nos sorteios que virão por aí! Até a próxima!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Resenha: Hugo o Vampiro &#8211; Reino de Sangue &#8211; Gabriel Arruda Burani</title>
		<link>http://falandosobre.com.br/2011/08/30/resenha-hugo-o-vampiro-reino-de-sangue-gabriel-arruda-burani/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=resenha-hugo-o-vampiro-reino-de-sangue-gabriel-arruda-burani</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 17:31:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>May</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Bom, é sempre muito prazeroso escrever uma resenha positiva de um livro que gostamos da escrita por um autor que adoramos. Gabriel Arruda Burani nasceu em 13 de novembro de 1985, em São Paulo. Ator, artista plástico e escritor, desde muito cedo desenvolveu uma grande quantidade de obras artisticas – contos, poesias, romances, esculturas, pinturas –<a href="http://falandosobre.com.br/2011/08/30/resenha-hugo-o-vampiro-reino-de-sangue-gabriel-arruda-burani/">&#160;&#160;[ Read More ]</a></p><p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/livros3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-82" title="livros3" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/livros3.png" alt="" width="320" height="160" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Bom, é sempre muito prazeroso escrever uma resenha positiva de um livro que gostamos da escrita por um autor que adoramos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gabriel Arruda Burani</strong> nasceu em 13 de novembro de 1985, em São Paulo. Ator, artista plástico e escritor, desde muito cedo desenvolveu uma grande quantidade de obras artisticas – contos, poesias, romances, esculturas, pinturas – participando em concursos, apresentações, exposições e publicações.</p>
<p style="text-align: justify;">Anteriormente, eu resenhei <a href="http://falandosobre.com.br/2011/08/10/resenha-hugo-o-vampiro-luzes-na-idade-das-trevas-gabriel-burani/"><strong>Hugo o Vampiro – As Luzes na Idade das Trevas</strong>e</a>, apesar de algumas ressalvas – livro muito curto, bastante denso – eu deixei claro que gostei muito. Mas agora consigo dizer claramente que <strong>Reino de Sangue</strong> supera seu antecessor em todos os quesitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Começando pelo fator “muito curto”. Reino de Sangue tem mais de 200 páginas. Seguindo pelo fator “muito denso”, como o primeiro livro era curto, ele acabava tendo muita informação por frase e ficando bastante pesado de ler, enquanto Reino de Sangue é muito melhor nesse quesito, o autor conseguiu se estender apenas o suficiente para explicar o necessário, sem enrolar, mas sem ficar “muita informação de uma vez”.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos, novamente, <strong>Hugo</strong>. Mas a maioria dos personagens é dado como morto, ou no final do “<strong>Luz na Idade das Trevas</strong>” ou logo no começo do <strong>Reino de Sangue</strong>. Hemillia, a vampira, baronesa, ainda aparece nesse livro e alguns outros personagens, mas a adição mais interessante é <strong>Sarah de Lyzonn</strong> – uma personagem feminina porém com atitude e autoridade de um homem.</p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/08/hugo-vampiro-de-sangue.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-360" style="margin: 5px;" title="hugo-vampiro-de-sangue" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/08/hugo-vampiro-de-sangue-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">É clara a evolução do autor e fico muito feliz de acompanhar e auxiliar nela, pois o <strong>Gabriel</strong> me mandou um manuscrito, aliás, gente, como me senti importante assim, recebendo o livro antes de todo mundo. Tanto na construção do texto como na evolução da trama e na passagem do tempo, nota-se uma melhora incrível.</p>
<p style="text-align: justify;">A história fala de <strong>Hugo</strong>, após a morte de <strong>Hegon</strong>, sendo rei. Ele reina com harmonia, amor e justiça, porém outras pessoas o arrastam para a guerra e é sobre essa guerra que o livro mais fala. As descrições de batalhas são muito bem feitas, sangrentas o suficiente e empolgantes sem levar páginas e páginas de descrição de exércitos. Algumas questões sobre a família de <strong>Hugo </strong>são respondidas, outras não, mas nós passamos a conhecer mais da realidade, da geografia e da vida de <em>Beznã-Ateriza</em>, conhecemos mais de <strong>Hugo</strong>, seus desejos, sua personalidade… E suas fraquezas.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro é quase uma parte 1, acaba com um gancho, sem definição e me deixa louca querendo o próximo – e esse é o problema de se ler antes de ser publicado, se entre a publicação de um e outro são muitos meses esperando em agonia, imagine se você lê vários meses antes da publicação?</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquem de olho, quem ainda não leu <strong>As Luzes na Idade das Trevas</strong>, agilize, <a href="http://falandosobre.com.br/2011/08/14/sorteio-kit-hugo-o-vampiro/">participe de nosso sorteio</a>. Quem já leu, fique de olho, acompanhe o autor e corra para ler <strong>Reino de Sangue</strong>, pois ele merece o prestígio e atenção dado aos maiores clássicos da fantasia.</p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Resenha: Radiance &#8211; Alyson Nöel</title>
		<link>http://falandosobre.com.br/2011/08/29/resenha-radiance-alyson-noel/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=resenha-radiance-alyson-noel</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 16:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>May</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura Estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Depois de muita espera, recebi um ARC do livro Radiance, que é um Spin Off da série Os Imortais, contando apenas a história de Riley, a irmãzinha da Ever. Alyson Noël nasceu em Orange County, na Califórnia, e após o ensino médio decidiu conhecer o mundo – viajou por toda a Europa e acabou por se fixar na ilha grega de Míkonos. Hoje, de<a href="http://falandosobre.com.br/2011/08/29/resenha-radiance-alyson-noel/">&#160;&#160;[ Read More ]</a></p><p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/livros3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-82" title="livros3" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/livros3.png" alt="" width="320" height="160" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de muita espera, recebi um <em>ARC </em>do livro <strong>Radiance</strong>, que é um <em>Spin Off</em> da série <strong>Os Imortais</strong>, contando apenas a história de <strong>Riley</strong>, a irmãzinha da <strong>Ever</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alyson Noël</strong> nasceu em Orange County, na Califórnia, e após o ensino médio decidiu conhecer o mundo – viajou por toda a Europa e acabou por se fixar na ilha grega de Míkonos. Hoje, de volta aos Estados Unidos, mora com o marido em Laguna Beach e dedica-se integralmente a seus livros.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes que venham me criticar, eu li algumas resenhas dizendo que <strong>Radiance</strong> não é tão bom quanto <strong>Os Imortais</strong> ou que é muito infantil, e gostaria de esclarecer que o livro é sobre uma <em>menina de 12 anos</em> e tem como público “tweens” que são<em> pessoas entre 9 e 12 anos</em>, ou seja, ele não vai ser um mega romance, uma ação infindável, não vai ter nada mais adulto, mas sim um pouco da vida (ou pós vida) de <strong>Riley</strong>.</p>
<div id="attachment_355" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/08/PICT0002.jpg"><img class="size-medium wp-image-355" title="Radiance" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/08/PICT0002-e1314576035480-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Meu ARC de Radiance</p></div>
<p style="text-align: justify;">Ao chegar ao “céu” ela descobre que lá ele é chamado de “<em>Aqui</em>“, todos vivem no momento de “<em>Agora</em>“, ou seja, não existe hora, relógio ou data, e apesar de precisarem dormir ainda, não precisam comer, mas podem, se quiserem. Ela também é julgada e designada para se uma “<em>caçadora de almas</em>“, que irá à Terra para buscar e convencer almas perdidas a cruzar a ponte (não ir para a luz e sim uma ponte) para &#8220;<em>Aqui&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Com cerca de 170 páginas, é um livrinho rápido e leve, eu li em umas 3 horas, acho (não fiquei cuidando), em inglês e achei bem levinho, em português então, deve ser uma brisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Como ele é bem curtinho, não vou falar muito da história, só vou dizer que gostei muito do “<strong>Dorky Guy</strong>” como a Riley chama, que é o guia e professor dela, apesar dele ser apenas um ou dois anos mais velho que ela e que, na verdade, acaba aprendendo algumas coisinhas com ela também. Além disso, o <strong>Buttercup</strong>, cachorro da Riley é a coisa mais fofa do mundo, um labrador, e eu queria muito pra mim.</p>
<p style="text-align: justify;">É um ótimo livro para se ler entre outras leituras mais profundas e mais pesadas, um ótimo passatempo para uma tarde quente ou para jovens leitores que estão, mais ou menos, no público do livro (8, 9 anos seria ideal), por não ser infantil mas ainda ser algo jovem, inocente.</p>
<p style="text-align: justify;">Recomendo a leitura e agora que já saiu no Brasil, espero que seja passado aos leitores mais jovens, que não estejam perfeitamente acostumados com a leitura, pois para eles, será um ótimo livro.</p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Resenha: Sangue Quente &#8211; Isaac Marion</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 22:21:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>May</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura Estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Olá amigos. Confesso que fiquei com muito receio antes de começar Sangue Quente, de Isaac Marion: tinha um elogio por Stephenie Meyer &#8220;Autora da Saga Crepúsculo&#8221;. Bom, só isso me deixa apreensiva, pois apesar de até gostar de Crepúsculo, sei que a autora não é lá um gênio&#8230; E se ela achou esse livro muito<a href="http://falandosobre.com.br/2011/08/21/resenha-sangue-quente-isaac-marion/">&#160;&#160;[ Read More ]</a></p><p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/livros3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-82" title="livros3" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/livros3.png" alt="" width="320" height="160" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Olá amigos. Confesso que fiquei com muito receio antes de começar <strong>Sangue Quente</strong>, de<strong> Isaac Marion</strong>: tinha um elogio por <strong>Stephenie Meyer</strong> &#8220;Autora da Saga Crepúsculo&#8221;. Bom, só isso me deixa apreensiva, pois apesar de até gostar de Crepúsculo, sei que a autora não é lá um gênio&#8230; E se ela achou esse livro muito bom, quer dizer que é muito superior ao dela ou que é mais do mesmo que ela já escreveu? Creio, após terminar de lê-lo, que é a primeira hipótese.</p>
<p style="text-align: justify;">O preceito de <strong>Sangue Quente</strong> é razoavelmente simples e, ao mesmo tempo, estranho:<strong> é uma história contada por um zumbi</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Não exatamente contada, pois um zumbi não fala, nem escreve, só geme, é mais&#8230; <strong>Pensada</strong>. Ele pensa a história e nós temos o privilégio de ouvi-la.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;(&#8230;)mas quando abro a boca, tudo isso desaba. Até agora, meu recorde pessoal é o de falar quatro palavras em seguida antes que&#8230; algo&#8230; trave. E olha que provavelmente sou o zumbi mais articulado desse aeroporto.&#8221;</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Os <strong>zumbis</strong> são exatamente como sempre foram em todos os livros e filmes. Eles mancam por aí, gemem e comem cérebros. <strong>R</strong>, um zumbi, é quem nos &#8220;conta&#8221; a história e ele não é diferente dos outros. Ele nos conta que há uma certa sociedade entre os zumbis, mas que ela não faz muito sentido na verdade, e que há dois tipos de zumbis, os <strong>Carnudos</strong> e os <strong>Ossudos</strong> (que já são apenas esqueletos) e os ossudos são um tipo de &#8220;anciãos&#8221;, que comandam a micro-sociedade zumbi.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>R</strong> passa seus dias como qualquer zumbi, <strong>mancando por aí, babando, grunhindo e comendo cérebros.</strong> Ele tem um &#8220;quase amigo&#8221; ou pelo menos tão amigo quanto um zumbi pode ser, talvez um companheiro de caçadas, chamado <strong>M</strong>. Em um belo dia de sol (ok, tão belo quanto pode ser um dia em um mundo infestado de zumbis) eles saem para caçar cérebros e R ataca <strong>Perry</strong>, humano, normal. Ao comer seu cérebro algo acontece &#8211; ele vê suas memórias, como sempre vê, mas dessa vez, com mais intensidade, por mais tempo, mais profundamente. E então sente uma compulsão de proteger <strong>Julie</strong>,<strong> namorada de Perry</strong>. Ele não pensa nem quer, mas precisa, necessita, protegê-la e o faz, levando-a para o aeroporto, onde os zumbis moram e daí se desenrola a história.</p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Sangue-Quente-de-Isaac-Marion.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-350" style="margin: 5px;" title="Sangue-Quente-de-Isaac-Marion" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Sangue-Quente-de-Isaac-Marion-208x300.jpg" alt="" width="208" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Não quero contar muito. Há uma história de amor?<strong> Até há</strong>. Mas ela não é&#8230; Ah é tão difícil definir. Ela não é o centro do livro, mas ao mesmo tempo é. É uma história sobre um mundo morto, em que até os vivos, já morreram por dentro há muito tempo e sobre pessoas, tanto mortas quanto vivas, que gostariam de estar vivas de verdade. Sobre um mundo que já tinha morrido muito antes dos zumbis, em que esses são apenas um reflexo da sociedade: morta, conformada, muda, apática.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não espere ver Edward e Bella zumbis</strong>, apesar do marketing do livro meio que dar a entender que é uma grande história de amor. Não é. É uma história de amor pela humanidade, pelo ser humano e sua condição como pessoa. Claro, há um casal e claro eles têm uma química. Mas não é um romance, até porque R não consegue se comunicar, ele grunhe mais do que fala, consegue usar poucas sílabas por vez, o que torna tudo muito complicado.</p>
<p style="text-align: justify;">E aí fica uma das minhas duas ressalvas em relação ao livro: a edição brasileira tem muitos<strong> problemas de gramática e ortografia</strong>. Nada assustador, nada que me faça parar de ler, mas eu vi, estavam lá. E no mínimo um <strong>erro de tradução</strong> que eu vi claramente e decorei: &#8220;Shepherd Alemão&#8221;: german shepherd: raça de cachorros chamada, no Brasil, de Pastor Alemão. Fica a dica para a Editora LeYa na próxima edição.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu ia colocar aqui o <strong>book trailer</strong>, mas <strong>desisti</strong>. O book trailer faz o livro parecer uma porcaria. Me desculpa, mas é. Faz parecer que o R não come cérebros, nem sente vontade de fazê-lo, que sai por aí dando discursos, batendo papo com os vivos, pensando e filosofando. Não é bem assim. Os zumbis não têm memória, história, nem conseguem manter um raciocínio por muito tempo &#8211; ou nenhum tempo. R é um pouco mais &#8220;evoluído&#8221; que os outros zumbis, um pouco menos apodrecido, pode-se dizer e consegue raciocinar um pouco, mas não tanto assim.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>humor ácido</strong> de R sobre si mesmo, dizendo como os zumbis andam apodrecendo, como a vida &#8211; ou não vida &#8211; dele é bizarra e sem sentido, mas ao mesmo tempo irônica, faz o livro ganhar vida, decolar. Ah, sim, e os palavrões me fazem não perder a esperança na tradução e revisão de livros no Brasil. Apesar dos erros de gramática leves (são sempre as crases, eu juro, ninguém entende as pobres crases), os palavrões foram mantidos em sua totalidade &#8211; <strong>Julie tem uma boca bem suja</strong>&#8230;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Não sei se é porque estou mais ligado nele ou se porque está realmente muito alto, mas ouço antes mesmo dos Ossudos aparecerem.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- Ah, merda, fodeu! &#8211; Julie sussurra para si mesma.&#8221;</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Esse post está super longo, mas não canso de falar sobre <strong>Sangue Quente</strong>: ele muda sua imagem sobre os zumbis &#8211; é uma coisa que se pensa: &#8220;poxa, realmente, ninguém nunca imaginou por que eles comem cérebros ou se eles pensam algo&#8230;&#8221; -, ele faz com que você passe a imaginar se já não somos zumbis, trabalhando para chegar em lugar algum, vivendo sem considerar a vida de verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, fica a<strong> dica para a editora</strong>: não use Crepúsculo como base de comparação, revise melhor o português e revise a tradução também. Fica a<strong> dica para todos os leitores: leiam.</strong></p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre as agruras da crítica em blogs</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 15:09:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>May</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Literário]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Copiei esse título, descaradamente, do post de uma amiga e colega leitora (e também autora), Camila Kehl, que escreve no blog Livros Abertos de um veículo tradicional conhecidíssimo aqui na região. Nesse post, a Camila expõe, perfeitamente (como de praxe), a questão da crítica em blogs, de como esses blogs de literatura se propõem a ser<a href="http://falandosobre.com.br/2011/08/16/sobre-as-agruras-da-critica-em-blogs/">&#160;&#160;[ Read More ]</a></p><p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/opiniao3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-118" title="opiniao3" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/opiniao3.png" alt="" width="320" height="165" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Copiei esse título, descaradamente, do post de uma amiga e colega leitora (e também autora), <strong>Camila Kehl</strong>, que escreve no blog <strong><a href="http://www.jornalnh.com.br/blogs/livros-abertos/334955/-as-agruras-da-critica-em-blog-2.html">Livros Abertos</a></strong> de um veículo tradicional conhecidíssimo aqui na região.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse post, a Camila expõe, perfeitamente (como de praxe), a questão da crítica em blogs, de como esses blogs de literatura se propõem a ser críticos &#8220;de verdade&#8221;, quando deveriam se ater a ser críticos em gêneros que os agradam, nos assuntos em que possuem conhecimento.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Óbvio que os blogs têm, até certo ponto, caráter de informalidade (os totalmente independentes, fixados no Blogspot ou WordPress). Mas isso não quer dizer que o conteúdo deva ser pobre. A própria concorrência, inclusive com os críticos tarimbados, deveria motivar a busca por qualidade genuína. É o que acontece?</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">E grande parte da &#8220;blogosfera literária&#8221; pode responder, não, não é. O que mais temos são blogs sem conteúdo de qualidade, com resumos no lugar de resenhas, resenhas sem alma, sem vida, com apenas algumas frases clichê, concordando e adorando tudo, para se manter nas boas graças das editoras.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Sobre os blogs e sites literários:</p>
<p style="text-align: justify;">- 90% vendeu a própria alma a editoras que, conhecendo o despreparo e o poder de persuasão dos meninos e meninas, os mais novos, os que evidentemente têm intimidade com a internet, apostaram em pequenas personalidades absurdamente clichês e obedientes; com isso, a literatura perdeu o caráter “subversivo”, e os formadores de opinião, os que motivam uma compra, o fazem aplaudindo best-sellers e acolhendo ingenuamente a notoriedade que, julgam, têm ao firmar parcerias;</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: perdemos, assim como alguns críticos da velha guarda ao receber benefícios, a liberdade. Mas em número maior, o que é, portanto, terrivelmente preocupante.</p>
<p style="text-align: justify;">- 90%, os mesmo citados acima, não têm noção alguma do que estão falando. Não sabem sequer conceituar “surrealismo”, mas se acreditam capazes de falar, com alguma dignidade, sobre lançamentos e estilos.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Também concordo com o texto, no identificar os erros grosseiros dos blogs literários. E acredito que realmente há um meio termo. Não podemos nos ater à crítica como &#8220;sempre foi&#8221;, a crítica literária acadêmica é chata e tediosa, incomodando os mais jovens e fazendo-nos (aqueles que conhecem literatura através da escola) ignorar a leitura, porém a crítica sem crítica, a resenha açucarada e amaciada também não é produtiva, os próprios blogs deveriam notar isso, pois eventualmente um leitor lerá o livro que o blogueiro disse ser &#8220;lindoo e maravilhosoo&#8221; e não achará isso no mesmo, vendo que ele é maçante, irritante ou apenas chato. O blog perde a credibilidade com seus leitores e um blog sem credibilidade não é nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho, ainda, que há uma grande parcela de culpa das editoras, que buscam ser elogiadas em suas obras e nunca melhorar, procuram blogs com grande audiência, seja lá como ela foi conquistada (subornos, ameaças, implorando&#8230;), sem considerar qualidade, frequência, estilo e embasamento dos posts.</p>
<p style="text-align: justify;">As editoras não entendem, realmente, o marketing digital. Marketing esse que, ao contrário de outros formatos (televisão, revista), não se dá pelos números, pela massa, mas sim pela qualidade de seus leitores. Cada leitor em um blog tem o potencial de &#8220;vender&#8221; o livro para diversos outros leitores, mesmo que seja emprestando ou apenas recomendando, porém nem todos os blogs são assim, muitos blogs optam por apenas resenhar livros que gostam. Até faz sentido, se pensar que a pessoa não lê livros que não gosta, não lê livros de estilos que não agradem, por isso que acredito que a única forma de ter um blog aceitável como referência é ter diversos resenhistas, diversos leitores com os mais diversos estilos e, especialmente, que cada um tenha ciência de que é importante citar os pontos negativos de cada livro &#8211; ainda mais importante do que citar os pontos positivos dos mesmos, para que cada leitor possa decidir por si só.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é o lado oposto do meu post <a href="http://falandosobre.com.br/2011/08/08/sobre-egos-e-pirracas">Sobre Egos e Pirraças</a><a>, </a>pois nem sempre um autor está errado em reclamar de uma crítica. É verdade, muitos blogueiros postam resenhas e críticas vergonhosas, tivemos algumas no passado, de blogs que foram tão criticados que foram apagados pelos próprios autores, mas ainda assim, há muitas críticas horríveis, com termos chulos e terrivelmente fundamentados, que falam de opinião pessoal mas sem nunca embasar como tal, sem nunca informar que é a opinião do autor e que pode ser diferente para outros. Se eu fosse um autor e lesse esse tipo de resenha ficaria ofendida também: mais pela falta de argumentação e embasamento do que pela ofensa ao meu livro <em>per se</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O ideal é que o blog mostre o lado positivo e o negativo de cada livro, não me canso de realçar esse fato, conheço diversos blogs ótimos que o fazem com mestria e os visito frequentemente, esse sim conseguem influenciar minha leitura, sem obrigar a ler dizendo que um livro é &#8220;maravilhosoooo&#8221; mas sim me contando que um livro fala de história, mas tem um romance meloso, que o personagem é racista, mas há uma personagem feminista e assim eu penso se os pontos negativos me incomodam o suficiente para que os positivos não sejam agradáveis ou se posso suportá-los? Acabo lendo o livro, vale a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">Há ainda muito a que se falar sobre o assunto, mas paro por aqui, pois já me estendi demais, fica para uma próxima vez, quando posso falar mais de marketing ou de resenhas mesmo, sem ser tão negativa.</p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Sorteio: Kit &#8220;Hugo, o Vampiro&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Aug 2011 18:54:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lilian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[livro brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[sorteio]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Oi pessoal! Lilian aqui, escrevendo num domingo modorrento. Vamos agitar um pouco as coisas? Que tal um sorteio bem bacana? Imagino que vocês já tenham visto a resenha de Hugo, o Vampiro. Se não leram, recomendo que façam isso já! (Eu, botando pressão? Imaginem.) Pois bem. O autor do livro, Gabriel Burani, cedeu para o<a href="http://falandosobre.com.br/2011/08/14/sorteio-kit-hugo-o-vampiro/">&#160;&#160;[ Read More ]</a></p><p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/livros3.png"><img class="size-medium wp-image-82 aligncenter" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/livros3-300x150.png" alt="" width="300" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Oi pessoal! Lilian aqui, escrevendo num domingo modorrento.</p>
<p style="text-align: justify">Vamos agitar um pouco as coisas? Que tal um sorteio bem bacana?</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/08/hugo-o-vampiro.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-255" style="margin: 4px" src="http://falandosobre.com.br/wp-content/uploads/2011/08/hugo-o-vampiro-206x300.jpg" alt="" width="165" height="240" /></a>Imagino que vocês já tenham visto a resenha de <a href="http://falandosobre.com.br/2011/08/10/resenha-hugo-o-vampiro-luzes-na-idade-das-trevas-gabriel-burani/" target="_blank">Hugo, o Vampiro</a>. Se não leram, recomendo que façam isso já! (Eu, botando pressão? Imaginem.) <img src='http://falandosobre.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify">Pois bem. O autor do livro, <a href="http://hugoovampiro.blogspot.com/p/o-autor.html" target="_blank">Gabriel Burani</a>, cedeu para o <em><strong>Falando Sobre&#8230;</strong></em> um <strong>kit</strong> com <strong><span style="color: #993300"><em>um exemplar do livro, uma caneta e um marcador de páginas autografado</em></span></strong>. Legal, né?</p>
<p style="text-align: justify">Para participar é molezinha. <del>Acesse o formulário neste link</del> e coloque nome e e-mail. Se for seguidor do blog, ganha o direito de preencher de novo o formulário e assim ganhar um número extra.</p>
<p style="text-align: justify">Bora participar?<em><strong> O sorteio vai até dia 31/08. </strong></em></p>
<p style="text-align: justify">Boa sorte!</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #ff0000"><strong>PROMOÇÃO ENCERRADA! AGUARDEM O RESULTADO. </strong></span></p>
<p><a href="http://falandosobre.com.br">Falando Sobre...</a></p>]]></content:encoded>
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